Painel 3

Alternativas criativas e sustentáveis para energia, cujo objetivo é o de provocar no público as reflexões da cidade além do território. É o módulo de pensar as alternativas que os bairros, distritos e cidades vão ter sobre a energia na visão das METÁPOLIS. Com este objetivo, foram selecionados quatro painelistas:

Luiz Antonio Lopes (Gerente de inovação e novos negócios na ETERNIT)


Responsável pelo desenvolvimento de projetos fotovoltaicos como p.ex. o projeto foto voltaico da Eternit de Telhas fotovoltaicas (inovação made in Brazil) e sua integração na construção civil. A Eternit já instalou as telhas fotovoltaicas de concreto em residências de São Bento do Sapucaí e Campos do Jordão, no interior paulista. As telhas fotovoltaicas de concreto estão sendo produzidas em Atibaia, São Paulo, em uma fábrica dedicada à tecnologia fotovoltaica e que vai permitir a execução de projetos residenciais, comerciais e de agronegócio. A Eternit vem cumprindo as etapas do plano de desenvolvimento e a previsão é iniciar a comercialização no final do primeiro semestre de 2021.


Bruno Cecchetti (Diretor de Tecnologia de Rede & Inovação da ENEL) 


O palestrante vai abordar a transição energética que o Setor está vivendo (descarbonização, digitalização, eletrificação e urbanização) e a partir disso a necessidade das cidades se adaptarem para esse futuro; b) a tendência das cidades se digitalizarem e se tornarem mais sustentáveis a partir do projeto Urban Futurability que a Enel está desenvolvendo no âmbito da SP do Futuro. Você pode também explorar o Mercado Livre de Energia que é uma alternativa para as empresas e as cidades de reduzirem custos na conta de energia e se tornarem ainda mais competitivas.


Eduardo Avila (Diretor executivo na Revolusolar – a energia que vem da favela). 


A Revolusolar é uma startup que vem estimulando cooperativas comunitárias. Nasceram em 2015 na favela da Babilônia, no Rio, com um propósito de promover o desenvolvimento sustentável de comunidades de baixa renda através da energia solar. Eles querem criar um novo modelo energético acessível e sustentável, com impactos ambientais, sociais e econômicos positivos, utilizando a energia solar como ferramenta de transformação social. A capacitação profissional dos moradores como eletricistas e instaladores solares promove a geração de empregos locais de qualidade e fomenta o protagonismo e autonomia da comunidade no projeto. Em novembro de 2019, eles foram selecionados pela Artemisia como destaque nacional dentre mais de 500 projetos do Brasil, no “Lab Habitação: Inovação e Moradia”. Em fevereiro de 2020, foram finalistas (Top 4 Ideas Brazil) no  Climate Finance Lab , e eleitos com o maior número de votos para apresentar o projeto em Frankfurt, no Board Global do Lab. Em julho de 2020. O Eduardo foi reconhecido pela ONU Meio Ambiente no programa “Young Champions of the Earth” como um dos 5 finalistas pela América Latina e Caribe, o único brasileiro, em função do seu trabalho na Revolusolar.

 

Carlos Venicius Frees (Vice-presidente executivo da Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e

Humanas). 


Carlos Frees foi quem liderou o programa de cidades inteligentes da ABDI e está

representando a associação brasileira de cidades inteligentes e humanas no evento. Eles estão

lançando uma plataforma para análise de conformidade com a ISO de Cidades Inteligentes,

Resilientes e Sustentáveis. Pedi para ele relatar alguns casos internacionais e nacionais do uso de energias alternativas em cidades e bairros.